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NOTÍCIAS

Jornadas TSDT da ULS Estuário do Tejo 2026

📅29 de maio 2026

📍Alenquer 

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No próximo dia 29 de maio, entre as 08h30 e as 17h30, no Fórum da Romeira, em Alenquer, vão realizar-se as Jornadas TSDT da ULS Estuário do Tejo 2026, reunindo profissionais de diversas áreas com o objetivo de promover a partilha de conhecimento, a atualização científica e a reflexão multidisciplinar entre os Técnicos Superiores de Diagnóstico e Terapêutica e contribuindo para o fortalecimento das boas práticas e da inovação na nossa área.  

 

Saiba mais informações sobre o programa e inscrições aqui!

 

GREVE DOS TSDT DA ULS DE SANTO ANTÓNIO

Os profissionais de saúde das áreas de diagnóstico e terapêutica a trabalhar na ULS de Santo António, no Porto, vão estar em greve nos próximos dias 23 e 24 de abril. Em causa está o facto da Administração continuar sem aplicar as orientações emitidas pelo Governo e pelo Ministério da Saúde relativamente à Lei n.º 34/2021 e à correta atribuição de pontos para efeitos de progressão na carreira.

Apesar da tutela já ter clarificado o enquadramento legal e de outras instituições do Serviço Nacional de Saúde estarem a aplicar essas orientações, a ULS de Santo António mantém por regularizar a situação dos profissionais de saúde das áreas de diagnóstico e terapêutica com contrato de trabalho (CIT), perpetuando um conflito judicial que poderia ser parado.

Segundo Luís Dupont, “neste momento não subsistem dúvidas quanto ao enquadramento legal nem quanto à orientação do Ministério da Saúde. O que falta é a decisão administrativa de aplicar a lei, à semelhança do que já acontece noutras instituições do SNS”. O presidente do STSS considera que a manutenção do litígio judicial é hoje “desnecessária e desajustada face às orientações superiores já emitidas”, defendendo que existem condições para uma solução institucional, dialogada e juridicamente sustentada, não podendo esta postura do Conselho de Administração ser justificada por eventuais constrangimentos ou alegada falta de respostas da tutela. Acrescenta, ainda, que “as orientações da tutela de 2025 são vinculativas e já deviam ter sido implementadas, terminando assim com o conflito judicial”.

Os profissionais exigem, ainda, a garantia de um tratamento digno, respeitoso e transparente assegurando o direito à informação, à resposta atempada e à comunicação institucional responsável, em conformidade com os princípios da Administração Pública e a resolução urgente e efetiva das situações de injustiça identificadas, procedendo à reposição integral dos direitos laborais e remuneratórios que assistem aos trabalhadores.

Ao dia de greve, antecede um momento de protesto, no dia 22 de abril, com a realização de um plenário em frente ao Hospital de Santo António, entre as 14h00 e as 16h00, onde os profissionais vão manifestar publicamente a sua indignação.

O Sindicato sublinha que privilegia a paz social e o diálogo institucional, no entanto a resolução do impasse depende, neste momento, exclusivamente da decisão da administração da ULS de Santo António.

“Os trabalhadores estão indignados. Não é aceitável que, tendo o Governo dado orientações claras, a Administração opte por não as aplicar. Está nas mãos da ULS resolver esta situação e evitar este conflito”, alerta Luís Dupont. Reforçando que “um ano depois das orientações do Governo, a ULS já não pode escudar-se em constrangimentos orçamentais nem em falta de esclarecimentos. Teve tempo para cumprir, mas continua sem aplicar a lei”.

Recomendações Portuguesas para a Segurança dos Técnicos de Farmácia que manipulam medicamentos perigosos

Os medicamentos perigosos, indispensáveis na prática clínica, estão associados a riscos ocupacionais para os profissionais de saúde com contacto direto. A exposição ocupacional a estes medicamentos está associada a efeitos adversos agudos e crónicos, incluindo irritação cutânea e das mucosas, genotoxicidade, toxicidade reprodutiva e teratogenicidade, após exposição prolongada, mesmo em níveis baixos.

Existem normas e orientações de entidades reguladoras internacionais e europeias publicadas, com recomendações relativas aos controlos de engenharia, utilização de equipamentos de proteção individual (EPI), formação, monitorização ambiental e controlos administrativos. No entanto, a implementação destas permanece heterogénea. Em Portugal, não existe ainda um conjunto nacional, unificado e formalmente endossado de recomendações especificamente orientadas para a segurança dos Técnicos de Farmácia na manipulação de medicamentos perigosos. Assim, as práticas tendem a derivar de orientações internacionais ou de adaptações locais realizadas por cada instituição, o que pode resultar em padrões de segurança, procedimentos de monitorização e medidas preventivas inconsistentes.

Tendo em conta este contexto, a APLF - Associação Portuguesa Licenciados elaborou o documento “Recomendações Portuguesas para a Segurança dos Técnicos de Farmácia que Manipulam Medicamentos Perigosos” que reforça a importância da proteção, formação e boas práticas na manipulação destes fármacos.

O documento pode ser consultado AQUI!

STSS

Sindicato Nacional dos Técnicos Superiores de Saúde das Áreas de Diagnóstico e Terapêutica

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