Historial / Fundação


 REPRESENTATIVIDADE

Representa os profissionais das tecnologias da saúde, em exercicio na prestação de cuidados de saúde, gestão, ensino e investigação nas áreas de : análises clínicas; anatomia patológica; audiologia; cardiopneumologia; dietética; farmácia; fisioterapia; higiene oral; medicina nuclear; neurofisiologia; ortóptica; ortoprotesia; prótese dentária; radiologia; radioterapia; saúde ambiental; terapia da fala e terapia ocupacional, sendo que 96% dos seus associados exercem na área da prestação de cuidados de saúde.

PROJECTOS REALIZADOS

Sendo inúmeras as suas intervenções, nuclearmente pode-se afirmar como a instituição responsável pela organização das ciências e tecnologias da saúde das áreas de diagnóstico e terapêutica,  designadamente ao nível das carreiras, do ensino e da regulamentação do exercício.

Ao longo da sua história, realizoucentenas de Congressos, Encontros, Seminários, Conferências, Acções de Formação etc., merecendo especial destaque o I Congresso Internacional das Profissões Paramédicas, realizado em 1993, na cidade de Lisboa, no qual foram consolidados dois grandes objectivos: integração do ensino no Sistema Educativo Nacional e Regulamentação das Actividades Paramédicas.

Como grandes projectos realizados na última decada destacam-se, em 1999 a revisão da Carreira e a constituição da EPBS (European Association for Professions in Biomedical Sciences), co-fundação do  Fórum das Tecnologias da Saúde no ano 2000 e fundação da EAPT (European Association of Pharmacy Technicians) permitindo o estudo, avaliação e definição de estratégias de desenvolvimento e afirmação das profissões no plano nacional e internacional, com especial incidência na União Europeia.

FORMAÇÃO PROFISSIONAL CONTINUA

Através do seu Departamento de Formação Permanente, tem vindo a proporcionar formação em todas as áreas profissionais, tendo frequentado os respectivos cursos cerca de 5000 formandos, até 2009. Enquanto entidade acreditada, novamente, no ano 2009, apresentou novo projecto de formação permanente no âmbito do POPH, aguardando a respectiva aprovação.

RESPONSABILIDADES INTERNACIONAIS

Membro fundador:

a) Em 1984, da ASSITEB (Associação Internacional de Biotecnologistas), na qual ocupou a Vice – Presidência até ao ano 2000.

b) Em 1999 da EPBS (Associação Europeia dos Profissionais das Ciências Biomédicas), integrando a actual Direcção, a Irlanda, Aústria,  Bélgica e Alemanha

c) Em 2009 da EAPT (Associação Europeia dos Técnicos de Farmácia)

d) Mantém em vigor diversos protocolos de cooperação com organizações internacionais, designadamente no campo da cooperação técnico / cientifica e de apoio a profissionais deslocados do seu País de origem.

 ESTRUTURA DIRECTIVA E ADMINISTRATIVA

Os corpos gerentes do Sindicato são compostos por 41 dirigentes, efectivos e suplentes, cabendo a uma Direcção Nacional, de 15 elementos de todo o País, conduzir toda a actividade do Sindicato.
A estrutura administrativa assenta numa sede no Distrito do Porto e uma Delegação em Lisboa.

OBJECTIVOS A CURTO, MÉDIO E LONGO PRAZO 

I -  ENSINO / FORMAÇÃO

Manutenção de um primeiro ciclo de licenciatura nas profissões das tecnologias da saúde, conferente de 240 ECTS, com a duração de 4 anos, nos termos do Processo de Bolonha.

Certificação e acreditação do ensino das tecnologias da saúde e respectivos estabelecimentos do Ensino Superior onde este é leccionado.

Reavaliação dos contingentes de acesso ao ensino das tecnologias da saúde, tendo em vista o combate aos excedentes do ensino, por forma a evitar o desemprego nas tecnologias da saúde.

Consolidação do Departamento do Ensino das Tecnologias da Saúde, orientado para a autonomia dos respectivos estudos e forma de organização.

Abertura à sindicalização de todos os professores do ensino das tecnologias da saúde.

Defesa de politicas laborais e estratégias negociais a desenvolver junto do Ministério da Ciência e do Ensino Superior, na defesa da especificidade dos docentes das tecnologias da saúde.

Acompanhamento do processo de Bolonha, salvaguardando que da sua aplicação não resulte perda de qualidade do ensino das tecnologias da saúde.

Avaliação dos planos de estudo das licenciaturas, em diálogo com as escolas, visando a melhoria sistemática da qualidade do ensino e a sua aproximação às reais necessidades do exercício e do desenvolvimento do profissional.

Reforçar a capacidade formativa do Departamento de Formação Permanente, aproximando, sucessivamente, as respectivas acções aos destinatários, nas várias regiões.

Diversificação da acção do Departamento de Formação Permanente, designadamente através da disponibilização de programas de formação a contratualizar com os serviços de saúde.

Defesa da acreditação da formação ao longo da vida, nas suas múltiplas formas, a exercer por organizações certificadas e representativas dos profissionais das tecnologias da saúde.

Defesa da criação de um sistema de créditos (ECTS) para a formação ao longo da vida, susceptível de validação curricular no âmbito dos diversos ciclos do ensino superior.

II - EXERCÍCIO / CARREIRAS / CONTRATAÇÃO

Defesa da urgente constituição da Ordem dos Profissionais  das Tecnologias da Saúde, consumando o grande objectivo da auto - regulação profissional de todas as profissões.

Defesa intransigente, da revisão da actual carreira, nos termos da proposta apresentada ao Governo, em modelos de carreira iguais, seja para os profissionais em Regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas, seja de Contrato Individual de Trabalho.

Promoção da negociação e aplicação de Acordos de Empresa, nas empresas públicas e nos serviços de saúde privados, cooperativos e de solidariedade social, bem como da qualidade do emprego.

Combate, sem tréguas, ao exercício inqualificado e ao trabalho precário, bem como á invasão dos nossos campos de actividade por indivíduos licenciados em áreas estranhas ao ensino da saúde em geral, e às ciências e tecnologias da saúde em particular.

Manutenção das actividades europeias, visando a padronização das profissões das tecnologias da saúde, nomeadamente em matéria de competências, perfis de formação e designações profissionais.

Desenvolvimento de estudos visando a redefinição dos níveis académicos de acesso à titulação profissional “Licenciatura / Mestrado”.

III - ORGANIZAÇÃO

Desconcentração de serviços e actividades do Sindicato, através dos respectivos órgãos, dos delegados e activistas e da delegação do sul.

Criação de um Conselho Consultivo Nacional, visando a reflexão das grandes questões políticas da saúde, das profissões, da organização internacional, do ensino, etc.

Sucessivo aperfeiçoamento dos serviços de apoio aos associados, designadamente do apoio permanente e assistência jurídica.

Desenvolvimento dos programas europeus de associativismo profissional, alargando o seu campo de acção a todas as áreas de organização profissional.
Projecção e apoio de parcerias nacionais e europeias, visando a prossecução de projectos específicos e transversais às profissões, designadamente para o ensino, controlo do exercício, competências profissionais, etc.

Promoção da acção do Sindicato no seio do Fórum das Tecnologias da Saúde, enquanto meio privilegiado de desenvolvimento de estratégias de actuação, quer ao nível de cada profissão, quer das profissões das tecnologias da saúde, apoiando a acção das associações profissionais, no respeito pela sua autonomia e espaços de intervenção.

IV - OUTROS OBJECTIVOS

Revisão global dos Estatutos do Sindicato, dotando estes da flexibilidade e capacidade organizacional e de intervenção política, adequada à realidade das novas formas de sindicalismo, designadamente na União Europeia.

Defesa da nossa proposta de gestão e organização dos hospitais do Serviço Nacional de Saúde, combatendo todas as iniciativas directas ou encapotadas de os privatizar.

Desenvolvimento de projectos de formação estratégica, ao nível da formação pós-graduada e continua, visando a afirmação das profissões e profissionais das tecnologias da saúde, enquanto elementos nucleares da eficácia e eficiência da prestação de cuidados de saúde, num novo quadro político de gestão global em saúde.

Desenvolvimento da revista TECNOSAÚDE, enquanto espaço de divulgação e confronto de ideias, projectos e novos avanços técnico / científicos, no âmbito da saúde em geral e das tecnologias da saúde em particular.

Desenvolvimento do projecto “Passaporte Europeu de Formação” assente nos objectivos da parceria europeia, constituída para tal finalidade, visando a acreditação da formação no espaço político / económico da União Europeia.

Desenvolvimento de acções, visando a aproximação e apoio a organizações profissionais congéneres no âmbito da Comunidade de Países de Lingua Portuguesa (CPLP)

V - ESTRUTURA FÍSICA

 SEDE DO SINDICATO - S. MAMEDE INFESTA 

Sede do SCTS

DELEGAÇÃO DE LISBOA